Origem do mapa principal. A partir dele se abrem as estruturas, funções, conexões, desenvolvimento, medula, SNP e eletrofisiologia.
Lobos cerebrais, córtex, tálamo, hipotálamo, epitálamo e integração sensorial, motora, cognitiva e emocional.
abrir seção ↓Mesencéfalo, ponte, bulbo, funções vitais, reflexos, coordenação motora e aprendizagem motora.
abrir seção ↓Via de condução, integração de reflexos, substância cinzenta, substância branca e conexão com o encéfalo.
abrir seção ↓Nervos, gânglios, vias aferentes e eferentes, divisão somática e autônoma.
abrir seção ↓Da fecundação à fase adulta: neurulação, crista neural, vesículas encefálicas, neurogênese, sinaptogênese e poda.
abrir seção ↓Entrada de sódio, saída de potássio, despolarização, repolarização, hiperpolarização e comunicação sináptica.
abrir seção ↓Neurônios, astrócitos, oligodendrócitos, células de Schwann, microglia, meninges, líquor e barreira hematoencefálica.
abrir seção ↓Como tudo se conecta: cérebro, medula, SNP, circuitos e comportamento ao longo do desenvolvimento.
abrir seção ↓Planejamento, tomada de decisão, controle executivo, comportamento, linguagem motora e movimentos voluntários.
Integra tato, dor, temperatura, pressão, propriocepção e orientação espacial.
Audição, memória, compreensão da linguagem e integração de aspectos emocionais.
Processamento visual e interpretação inicial das informações vindas da visão.
Repassa e integra informações sensoriais e participa de circuitos motores, emocionais e de consciência.
Homeostasia, fome, sede, temperatura, ritmos biológicos, controle autonômico e relação neuroendócrina.
Inclui a pineal, relacionando-se com melatonina e ciclo sono-vigília.
Substância cinzenta cortical e núcleos profundos conectados à substância branca.
Integra vias importantes e participa do controle dos movimentos oculares e de respostas motoras.
Conecta estruturas encefálicas e auxilia no controle respiratório.
Controla funções vitais como respiração, pressão arterial e reflexos de tosse, vômito e deglutição.
Coordenação motora fina, equilíbrio, postura, aprendizagem motora e ajuste dos movimentos.
Leva informações entre encéfalo e periferia.
Funciona como centro integrador de reflexos segmentares.
Substância cinzenta mais central, substância branca mais periférica e canal central revestido por ependimárias.
Surge a partir do tubo neural e mantém conexão contínua com o encéfalo em formação.
Nervos, gânglios, terminações nervosas e receptores periféricos.
Leva informação da periferia para o sistema nervoso central.
Leva resposta do sistema nervoso central para músculos e glândulas.
Relaciona-se principalmente com musculatura esquelética e ações voluntárias.
Relaciona-se com vísceras, musculatura lisa, cardíaca e glândulas.
Células responsáveis pela mielina no sistema nervoso periférico.
O desenvolvimento se inicia com a fecundação. Depois vêm as divisões celulares sucessivas, preparando a formação do embrião.
Após mórula e compactação, forma-se o blastocisto. O embrioblasto dará origem ao corpo do embrião.
Formam-se os folhetos embrionários. O ectoderma será essencial para o sistema nervoso, sob influência indutora da notocorda.
A placa neural se forma, eleva-se em pregas neurais e se fecha para originar o tubo neural, base do SNC.
Células destacadas das bordas do tubo neural migram e originam diversos componentes, sobretudo do sistema nervoso periférico.
O encéfalo embrionário se regionaliza. Dessa organização surgem as porções que darão origem ao telencéfalo, diencéfalo, mesencéfalo, ponte e bulbo.
Há intensa proliferação de células nervosas e gliais. Depois, essas células passam a adquirir identidades funcionais específicas.
Os neurônios se deslocam até seus destinos, formando camadas, núcleos e circuitos adequados.
As conexões entre neurônios são estabelecidas e, mais tarde, refinadas pela eliminação de parte das sinapses, aumentando a eficiência dos circuitos.
Os axônios passam a ser mielinizados, aumentando a velocidade de condução. Esse processo continua por muito tempo após o nascimento.
Fase de grande plasticidade, consolidação de habilidades, ampliação de circuitos e intensa aprendizagem.
Continua a mielinização e a poda sináptica, com amadurecimento progressivo de circuitos relacionados a controle executivo e comportamento.
O sistema nervoso mantém plasticidade, embora menor. Aprendizagem, memória e experiência continuam remodelando circuitos.
Em repouso, há mais Na+ fora da célula e mais K+ dentro, com potencial em torno de -65 mV.
Quando o limiar é atingido, abrem-se canais de Na+ e o sódio entra rapidamente.
Os canais de Na+ se fecham e os de K+ se abrem, promovendo saída de potássio.
A saída de K+ pode ultrapassar o necessário e deixar a membrana mais negativa por um curto período.
Mantém os gradientes iônicos usando ATP e prepara a célula para novos disparos.
O impulso percorre o axônio e é mais rápido nas fibras mielinizadas.
O sinal elétrico gera liberação de neurotransmissores na terminação axônica.
Dendritos recebem, pericário integra e axônio conduz.
Dendritos, pericário e axônio organizam recepção, integração e condução do impulso nervoso.
Sustentação, controle do meio extracelular e participação na barreira hematoencefálica.
Responsáveis pela mielina no sistema nervoso central.
Defesa, fagocitose e reparo.
Revestem ventrículos e canal central da medula, ajudando na dinâmica do líquor.
Dura-máter, aracnoide, pia-máter e LCR participam de proteção, suporte e amortecimento.
Coordena percepção, movimento, cognição, emoção e integração superior.
Mantém funções vitais e vias de conexão.
Ajusta movimento e aprendizagem motora.
Leva e integra sinais entre encéfalo e corpo.
Conecta o SNC à periferia por vias sensitivas e motoras.
Mostra como a estrutura nervosa se forma, amadurece e é refinada ao longo da vida.
Explica como o neurônio gera e transmite informação.
Todo o mapa nasce do cérebro, mas se expande para os sistemas, processos e mecanismos que tornam o sistema nervoso funcional.